Em Palmeira dos Índios, o mês de julho foi de grande atuação do Ministério Público de Alagoas (MPAL) que, no mutirão do júri, promovido pelo Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), e ocorrido no período de 8 a 30, conseguiu condenar oito, dos 11 acusados do cometimento de crimes contra a vida, cujos processos estavam pendentes. Dos julgamentos programados, apenas dois foram cancelados e em outro o réu absolvido.
Representando o MPAL estiveram os promotores de Justiça João de Sá Bomfim Filho, Lucas Mascarenhas, Fábio Bastos e Frederico Monteiro. Ao todo foram sete tentativas de homicídio, sendo cinco com réus soltos, duas com réus presos, destas um júri cancelado e uma absolvição. Já em relação aos homicídios, os quatro acusados estavam soltos, três deles foram condenados e um dos julgamentos foi cancelado.
Números dos processos e penas :
Tentativas
No primeiro júri, cujo número do processo é o 0700434-64.2024.8.02.0069, ocorrido no dia 8 de julho, onde duas pessoas foram julgadas, a pena foi oito anos de reclusão.
No do dia 14, com processo de nº 0000240-57.2014.8.02.0069, a sentença foi de 11 anos;
No dia 23, com o processo nº 0800157-38.2018.8.02.0046 , a condenação foi de seis anos de reclusão;
No dia 29, réu do processo nº 0701042-10.2019.8.02.0046 , condenado a nove anos, 10 meses e oito dias de reclusão ;
Homicídios
O primeiro júri de homicídio do mutirão , com processo de nº 0701446-03.2015.8.02.0046, correu no dia 22 e o réu foi condenado a 15 anos e seis meses de reclusão;
O segundo foi no dia 28, processo de nº 0000722-35.2018.8.02.0046, recebendo o acusado a sentença de 13 anos, 11 meses e quatro dias de reclusão;
Por último, o júri do processo nº 0700857-74.2016.8.02.0046 , ocorrido nessa quinta-feira (30), onde o réu recebeu a pena de 10 anos de reclusão.
No Ministério Público de Alagoas haverá sempre o compromisso com a dignidade do cidadão, em defesa da vida. E a busca pelo fazimento de justiça quando elas forem afetadas profundamente continuará incessante, com cada membro tentando dar aos familiares das vítimas e à sociedade as respostas esperadas.
