{"id":69158,"date":"2026-04-10T13:17:01","date_gmt":"2026-04-10T16:17:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.mpal.mp.br\/?p=69158"},"modified":"2026-04-10T13:17:01","modified_gmt":"2026-04-10T16:17:01","slug":"autismo-o-ministerio-publico-convida-a-sociedade-para-um-olhar-mais-respeitoso-e-acolhedor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.mpal.mp.br\/?p=69158","title":{"rendered":"Autismo: O Minist\u00e9rio P\u00fablico convida a sociedade para um olhar mais respeitoso e acolhedor"},"content":{"rendered":"<p class=\"western\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: helvetica, arial, sans-serif;\">No m\u00eas do autismo, o lema do Minist\u00e9rio P\u00fablico de Alagoas \u00e9: \u201cBasta mudar: \u00e9 sobre respeito. Autismo \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o e n\u00e3o uma identidade\u201d. Com esse prop\u00f3sito, a institui\u00e7\u00e3o busca aproximar a sociedade de hist\u00f3rias que falam de descobertas, mudan\u00e7a de vida, adapta\u00e7\u00e3o e sobre os desafios ainda enfrentados por quem \u00e9 diagnosticado com o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e seus familiares, principalmente quando o assunto \u00e9 preconceito. Isso ocorre em qualquer lugar, na rua, na escola, at\u00e9 na pr\u00f3pria fam\u00edlia que n\u00e3o sabe lidar com a condi\u00e7\u00e3o do seu ente querido. Pensando <span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-size: medium;\"><span lang=\"pt-BR\">nisso<\/span><\/span><\/span>, o MPAL <span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-size: medium;\"><span lang=\"pt-BR\">foi ao encontro de<\/span><\/span><\/span> Pedro Miguel, de sete anos, uma crian\u00e7a que j\u00e1 tinha diagn\u00f3sticos do Transtorno Opositor Desafiador <span style=\"color: #0a0a0a;\"><span style=\"font-size: medium;\">(TOD)<\/span><\/span> e <span style=\"color: #0a0a0a;\"><span style=\"font-size: medium;\">Transtorno do D\u00e9ficit de Aten\u00e7\u00e3o com Hiperatividade<\/span><\/span><span style=\"color: #0a0a0a;\"><span style=\"font-size: medium;\"> (<\/span><\/span>TDH) e, recentemente, recebeu o do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Ele gravou um v\u00eddeo <span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-size: medium;\"><span lang=\"pt-BR\">falando sobre o autismo, deu um show de<\/span><\/span><\/span> conscientiza\u00e7\u00e3o, orientou e convidou a todos para o acolhimento e, consequentemente, o respeito. <span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-size: medium;\"><span lang=\"pt-BR\">O Minist\u00e9rio P\u00fablico de Alagoas, na capital e no interior, tem atuado nas mais variadas formas de busca pela prote\u00e7\u00e3o de pessoas com TEA, ajuizando a\u00e7\u00f5es e fazendo recomenda\u00e7\u00f5es a gestores p\u00fablicos para implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas que protejam e garantam os seus direitos, cobrando efic\u00e1cia no atendimento pelos planos de sa\u00fade, denunciando agressores entre outros.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: helvetica, arial, sans-serif;\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-size: medium;\"><span lang=\"pt-BR\">P<\/span><\/span><\/span>ara falar sobre o dia a dia de Pedro Miguel, como \u00e9 lidar com uma crian\u00e7a com tantos espectros, sobre os desafios e, tamb\u00e9m, o amor envolvido, <span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-size: medium;\"><span lang=\"pt-BR\">a personagem \u00e9 sua m\u00e3e. <\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: helvetica, arial, sans-serif;\">\u201cEu vejo o mundo do autista como algo muito \u00fanico, cada crian\u00e7a \u00e9 diferente, em minhas interven\u00e7\u00f5es o meu foco \u00e9 sempre nas dificuldades e potencialidades da crian\u00e7a, e n\u00e3o em seu diagn\u00f3stico. Infelizmente, ainda existe muita falta de compreens\u00e3o na sociedade mas, principalmente, na escola\u201d. A fala \u00e9 de Jaiane Lima que \u00e9 psicopedagoga, p\u00f3s-graduada, reside e trabalha em Uni\u00e3o dos Palmares. Superinteligente, cheio de habilidades, ele sabe muito bem da sua condi\u00e7\u00e3o e gravou um v\u00eddeo provocando um olhar de respeito para todos os autistas, sejam eles crian\u00e7as, adolescentes ou adultos.<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: helvetica, arial, sans-serif;\">Pedro Miguel tem foco em profiss\u00f5es, sempre escolhe uma para se aperfei\u00e7oar, diariamente, e suas inven\u00e7\u00f5es chamam a aten\u00e7\u00e3o pelos crit\u00e9rios de perfeccionismo. Desde crian\u00e7a ele chamava a aten\u00e7\u00e3o com as deduzidas \u201cperaltices\u201d que camuflavam os transtornos, o que geralmente acontece porque n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil distinguir e somente um profissional habilitado pode laudar.<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: helvetica, arial, sans-serif;\">\u201cEle foi diagnosticado com TDAH e TOD aos 5 anos, e com TEA somente aos sete, quando conseguimos evolu\u00e7\u00f5es com as terapias e medica\u00e7\u00f5es, porque os preju\u00edzos dos outros transtornos eram mais evidentes e camuflavam o autismo. Pedro Miguel estuda 2\u00b0 ano, faz terapias com psic\u00f3loga, psicopedagoga e fisioterapeuta. Sempre foi muito inteligente e comunicativo, segundo a primeira psic\u00f3loga que fez acompanhamento com ele, com cerca de tr\u00eas anos (quando nem imagin\u00e1vamos os transtornos, mas pelas reclama\u00e7\u00f5es constantes dos comportamentos na escolinha) , ele era MADURO DEMAIS PRA IDADE DELE\u201d, destaca Jaiane.<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: helvetica, arial, sans-serif;\"><b>Preconceito<\/b><\/span><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: helvetica, arial, sans-serif;\">Para a psicopedagoga, h\u00e1 muitos preconceitos velados e que parecem elogios porque as pessoas n\u00e3o querem aceitar o autismo. Como por exemplo, ela se refere ao filho afirmando: \u201cele \u00e9 o famoso &#8220;nem parece autista&#8221;, uma frase usada para quem n\u00e3o tem as caracter\u00edsticas consideradas \u201cpadr\u00f5es\u201d e que deve ser banida quando o assunto \u00e9 TEA. Nesse enfrentamento, o MPAL tem desenvolvido campanhas de conscientiza\u00e7\u00e3o mostrando que autistas t\u00eam condi\u00e7\u00e3o de chegar onde quiserem, como todos, eles podem sonhar e se realizar em todos os aspectos, frequentar faculdades, concorrer de igual para igual em concursos, em esportes, e ocupa<span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-size: medium;\"><span lang=\"pt-BR\">r<\/span><\/span><\/span> grandes cargos.<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: helvetica, arial, sans-serif;\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-size: medium;\"><span lang=\"pt-BR\">Jaiane<\/span><\/span><\/span> ressalta que \u201cMiguel tem algumas estereotipias, como girar em torno dele mesmo, ecolalia (repete a mesma hist\u00f3ria, m\u00fasica ou cena de desenho um milh\u00e3o de vezes), padr\u00e3o de comportamento restrito (passa dias e dias vendo o mesmo desenho, at\u00e9 ningu\u00e9m aguentar mais e mudar para o pr\u00f3ximo que passar\u00e1 dias e dias tamb\u00e9m)\u201d.<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: helvetica, arial, sans-serif;\">Crian\u00e7as com autismo, em muitos casos, s\u00e3o muito inteligentes, todo mundo sabe, \u00e0s vezes, por conta disso e pela n\u00e3o aceita\u00e7\u00e3o do espectro, algumas pessoas preferem identificar como, exclusivamente, de altas habilidades. Mas, existem muitas outras condi\u00e7\u00f5es associadas que as identificam, como a seletividade alimentar, a sensibilidade sensorial, a demora para falar, separa\u00e7\u00e3o de objetos por cores, a defici\u00eancia intelectual, transtornos espec\u00edficos de aprendizagem, TDAH, ansiedade, e at\u00e9 dificuldade no aprendizado etc. Por\u00e9m, tamb\u00e9m h\u00e1 diferen\u00e7as de acordo com os graus do suporte. Com Pedro Miguel foi um pouco diferente nesse sentido.<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: helvetica, arial, sans-serif;\">\u201cN\u00e3o tem seletividade alimentar, mas tem sensibilidade sensorial (sons muito altos, suor, cama desforrada), mudan\u00e7a de planos em cima da hora, tudo isso desregula ele, a\u00ed \u00e9 choro, grito, agressividade. Mas, nosso Pedro Miguel sempre falou muito bem (n\u00e3o teve aquela fase de falar errado e todo mundo achar fofo, sempre soube usar singular\/plural, masculino\/feminino. \u00c9 a criatividade em pessoa, toda semana tem uma profiss\u00e3o diferente, e ele entra no personagem, ai de quem disser que ele n\u00e3o \u00e9 o que ele afirmar ser. Nesta semana \u00e9 perito criminal, tem investigado v\u00e1rios casos\u201d, fala a m\u00e3e orgulhosa.<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: helvetica, arial, sans-serif;\"><b>Dificuldades<\/b><\/span><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: helvetica, arial, sans-serif;\">\u201cNo meio do caminho havia uma pedra, havia uma pedra no meio do caminho\u201d. Parafrasear Drummond \u00e9 para demonstrar que, apesar de todo aparato feito a Pedro Miguel, Jaiane tamb\u00e9m encontra dificuldades. Ele toma tr\u00eas medica\u00e7\u00f5es, faz terapias com psic\u00f3loga, fisioterapeuta e psicopedagoga, mas precisa de terapeuta ocupacional, por\u00e9m, como uma infinidade de crian\u00e7as at\u00edpicas. \u201cSegue na fila de espera infinita, fazendo somente as que consigo pagar, abrindo m\u00e3o de estar presente na vida dele, para trabalhar e ter condi\u00e7\u00e3o de arcar com os rem\u00e9dios e terapias\u201d.<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: helvetica, arial, sans-serif;\">N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil para ela, m\u00e3e solo, administrar tudo que Pedro Miguel precisa e tem direito diante de uma sociedade que ainda se veste de discrimina\u00e7\u00e3o, onde o acolhimento e assist\u00eancia adequados est\u00e3o distantes. Ou n\u00e3o acontecem. Jaiane Lima \u00e9 psicopedagoga h\u00e1 cerca de um ano e meio, mas desde 2012 j\u00e1 tinha interesse pela \u00e1rea, quando ainda cursava Letras (Portugu\u00eas) e come\u00e7ou uma especializa\u00e7\u00e3o em educa\u00e7\u00e3o especial e inclusiva. Mesmo sem atuar diretamente com crian\u00e7as autistas naquela \u00e9poca, afirma, nunca deixou de estudar sobre o assunto, chegando, inclusive a ministrar palestras sobre o mesmo.<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: helvetica, arial, sans-serif;\">\u201cDepois que meu filho nasceu, com os cuidados que carecia por conta da prematuridade, a maternidade solo e toda a sobrecarga que ela trouxe, acabei me afastando um pouco da \u00e1rea, mas,voltei quando ele tinha uns quatro anos. Minha hist\u00f3ria pessoal acabou se misturando muito com a profissional. Meu filho recebeu primeiro diagn\u00f3stico de TOD, depois TDAH (que eu tamb\u00e9m tenho) e, recentemente, veio o diagn\u00f3stico de TEA. Como os outros sintomas eram muito fortes, o autismo acabou ficando \u201descondido\u201d por um tempo. Isso tudo mudou muito meu olhar. Hoje, al\u00e9m do conhecimento profissional, eu falo tamb\u00e9m como m\u00e3e. E isso traz mais sensibilidade, mais empatia e mais compreens\u00e3o da realidade das fam\u00edlias. Ainda falta muito, a sociedade n\u00e3o conseguiu se adequar e , por muitas vezes, n\u00e3o cumpre o seu papel, ao contr\u00e1rio. Tamb\u00e9m \u00e9 frustrante ver a quantidade de aproveitadores que usam a causa autista, a dor de tantas fam\u00edlias, em benef\u00edcio pr\u00f3prio, fingindo apoiar a causa, apenas para se promoverem\u201d, enfatiza.<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: helvetica, arial, sans-serif;\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-size: medium;\"><span lang=\"pt-BR\">Jaiane<\/span><\/span><\/span> teve que abrir m\u00e3o de alguns sonhos para se dedicar a ele e a outras crian\u00e7as e adolescentes que precisam da sua sensibilidade e profissionalismo. Concluiu Psicopedagogia em 2015, inha planos de fazer mestrado na \u00e1rea, mas em 2018 veio a gesta\u00e7\u00e3o, a vinda prematuramente, e tudo se transformou. Precisou trabalhar para se manter e cuidar de Miguel. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: helvetica, arial, sans-serif;\">\u201cPassei a trabalhar para sustent\u00e1-lo e n\u00e3o pra fazer o que eu amava. Fui ser recepcionista de uma cl\u00ednica, e as coisas ficavam cada vez mais dif\u00edceis financeiramente, a atua\u00e7\u00e3o na \u00e1rea veio como resposta de ora\u00e7\u00e3o, pedia a Deus um emprego onde eu pudesse fazer o que eu amasse, ganhar bem pra dar uma melhor qualidade de vida pra meu filho e ser usada por ele pra ajudar pessoas<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: helvetica, arial, sans-serif;\">Ent\u00e3o surgiu a proposta para atuar como psicopedagoga em um projeto da prefeitura, coincidentemente depois dos diagn\u00f3sticos dele. Ent\u00e3o digo que o Senhor primeiro me moldou, atrav\u00e9s da minha dor, para que eu pudesse ser a profissional que sou hoje. Porque se eu tivesse come\u00e7ado a atuar na \u00e9poca que tinha planejado, seria s\u00f3 mais uma carregada de teorias<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: helvetica, arial, sans-serif;\">Hoje eu sei o que realmente \u00e9 estar do outro lado da hist\u00f3ria, e o qu\u00e3o importante \u00e9 o meu trabalho\u201d, afirma a m\u00e3e de Pedro Miguel.<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">\n<span style=\"font-family: helvetica, arial, sans-serif;\">E conclui: \u201cO que me move \u00e9 poder acolher as m\u00e3es como eu queria ter sido acolhida. \u00c9 me dedicar a cada crian\u00e7a \/adolescente, como quero que os profissionais que atendem meu filho se dediquem a ele. Se cada um de n\u00f3s fizer nossa parte, o mundo muda\u201d.<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"left\">\n<span style=\"font-family: helvetica, arial, sans-serif;\">Imagem: cortesia Jaiane Lima<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p> [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":69175,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-69158","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-not_mpal"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.mpal.mp.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/69158","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.mpal.mp.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.mpal.mp.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.mpal.mp.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.mpal.mp.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=69158"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.mpal.mp.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/69158\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":69176,"href":"https:\/\/www.mpal.mp.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/69158\/revisions\/69176"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.mpal.mp.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/69175"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.mpal.mp.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=69158"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.mpal.mp.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=69158"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.mpal.mp.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=69158"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}